Conheça o prédio na Avenida Anhanguera que preserva a história da indústria goiana

O Palácio da Indústria – Edifício José Aquino Porto, é muito mais do que apenas marco arquitetônico em Goiânia; é um testemunho vivo da história industrial de Goiás. Localizado no cruzamento das Avenidas Anhanguera e Tocantins, localização estratégica, que facilita o acesso de trabalhadores em busca dos serviços, o prédio de cinco andares, térreo e subsolo atualmente sedia o Sesi Goiânia.

 

Esse edifício guarda a história da indústria goiana, e a memória do início do desenvolvimento industrial da cidade. Vamos conhecer mais sobre esse patrimônio e descobrir a riqueza cultural e histórica que está escondida por trás das paredes do Palácio da Indústria, além de memórias que remontam a uma era em que a indústria começava a florescer nesta região central do Brasil.

 

O Palácio da Indústria, um dos prédios mais famosos do Centro de Goiânia, foi construído entre 1953 e 1958 em um terreno doado pelo Estado para a Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), para ali ser edificado a sede do sistema. O Edifício José Aquino Porto recebeu essa denominação em homenagem ao pioneiro da industrialização goiana. A Assembleia Legislativa do Estado de Goiás aprovou moção de aplausos ao Conselho de Representantes da Federação das Indústrias do Estado de Goiás por denominar Palácio da Indústria – Edifício José Aquino Porto ao seu prédio. Trata-se de justa e merecida homenagem, iniciativa do vice-presidente e mais amigo membro da Fieg, Waldyr O’Dwyer, ao 

presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás, José Aquino Porto.

 

 

José Aquino Porto foi presidente da FIEG por 32 anos, é considerado o pai do crescimento industrial goiano pela sua visão moderna e expansionista. Foi ele que em 1953, como membro da diretoria, colocou a construtora Constec, em que era o presidente, à disposição da recém criada Fieg para, de forma gratuita, edificar sua sede. A princípio, foram realizados o térreo e o primeiro andar, sob a responsabilidade do engenheiro Colombino Bastos e, numa segunda etapa, os demais quatro andares, sob a direção técnica do engenheiro Marcelo de Moraes, ambos da Constec.

 

Inicialmente o edifício possuía quatro pavimentos, além do térreo. Uma grande reforma foi realizada em 1979, conduzida pela arquiteta Mariza Roriz. A reforma fez a recomposição do projeto original e acrescentou o quinto pavimento, onde foi construído o auditório Gilson Alves de Sousa. 

 

Fundada em 1933, a cidade de Goiânia tinha pouco mais de 20 anos quando o edifício foi inaugurado. Ele foi projetado seguindo a arquitetura da época, que tinha grande influência do art déco. O arquiteto do Sistema Fieg, Ciro Lisita, conta que todo o prédio é tombado como patrimônio por ter sido edificado antes de 1960. Esse é o motivo para que todos os elementos e traços originais do prédio sejam mantidos, principalmente da fachada, com seus elementos art déco. Um dos destaques do prédio é a escada interna, com suas grades em elementos geométricos. Devido a sua riqueza em história e arquitetura, o edifício frequentemente recebe alunos para conhecer o prédio e o projeto, sendo fonte de estudos para estudantes de arquitetura e engenharia de Goiânia. 

 

O prédio forma um conjunto de edificações com o mesmo conceito, que remonta aos tempos áureos da jovem capital, incluindo o Teatro Goiânia, em frente, e o Edifício Concórdia, à sua esquerda. Segunda e mais antiga sede da Fieg, o Palácio da Indústria foi palco de eventos econômicos, sociais e políticos de grande importância até o início dos anos 2000, quando, em seu lugar, entrou em cena a Casa da Indústria, no Setor Vila Nova, concentrando as administrações integradas das instituições que formam hoje o Sistema Indústria em Goiás. 

 

 

Entre 2018 e 2019 o prédio passou por uma ampla reforma para resgatar e reforçar elementos característicos do estilo arquitetônico art déco. Já em 2022, em comemoração dos 70 anos da Fieg, o Palácio da indústria recebeu um lindo e colorido mural, pintado pelo artista Wes Gama, que trouxe vida ao edifício.

 

Atualmente, o Palácio da Indústria abriga a Clínica Médica Sesi e o Núcleo de Educação a Distância (EaD) Sesi Senai. Os dois projetos estão entre as mais modernas apostas do Sistema Fieg nas áreas de educação e saúde, inauguradas oficialmente no dia 16 de dezembro, mesmo dia do aniversário de 70 anos da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg).

 

Atualmente, o Palácio da Indústria abriga a Clínica Médica Sesi e o Núcleo de Educação a Distância (EaD) Sesi Senai. Os dois projetos estão entre as mais modernas apostas do Sistema Fieg nas áreas de educação e saúde, inauguradas oficialmente no dia 16 de dezembro, mesmo dia do aniversário de 70 anos da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg).

 

A relevância cultural e histórica deste edifício é indiscutível. Ele guarda em suas paredes a rica história da indústria goiana, história de resiliência e espírito empreendedor dos goianos que ousaram sonhar com um futuro industrial próspero. Ao visitar esse local, existe a oportunidade de mergulhar no passado e compreender a importância desse setor para o desenvolvimento do estado de Goiás. Aprender sobre a história da indústria goiana é uma forma de valorizar e preservar o legado deixado por aqueles que contribuíram para o crescimento econômico da região. 

 

Fontes: Memorial da Indústria, A Redação 

 

 

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Às 0h da quinta-feira da Semana Santa, os postes de luz do Centro Histórico da cidade de Goiás (GO) se apagam. Ao som de tambores e à luz de tochas, tem início a Procissão do Fogaréu.

Tradição na cidade desde 1745, o ritual simboliza a procura e a prisão de Cristo. Cerca de 45 homens encapuzados, os farricocos, que representam os soldados romanos, carregam as tochas enquanto um coro entoa cantos em latim.

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A procissão é acompanhada por aproximadamente 10 mil pessoas. Ela parte do Museu de Arte Sacra da Boa Morte, passa pela Igreja do Rosário (representando o local da última ceia) e chega até a Igreja de São Francisco de Paula, que faz o papel do Monte das Oliveiras, onde Cristo foi preso.

A partir daí, o estandarte com a imagem de Jesus é carregado por um dos farricocos, simbolizando sua captura. A cerimônia dura cerca de uma hora.

O momento mais emocionante é a prisão de Jesus. O toque do clarim anuncia o fim da perseguição. O instrumento se torna o único som na cidade por alguns segundo, silenciando toda multidão.

10 curiosidades sobre os misteriosos farricocos da Procissão do Fogaréu - Curta  Mais

Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do estado de Goiás, a representação da perseguição e prisão de Jesus Cristo é realizada sempre nas primeiras horas da quinta-feira da semana santa.  

A procissão foi introduzida pelo padre espanhol Perestelo de Vasconcelos há mais de dois séculos e foi retomada na década de 1960.

Esse ano já está confirmada essa festividade. Saiba detalhes clicando AQUI.

 

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Fotos: Marcos Alleotti

Conheça 10 construções que fazem parte do patrimônio histórico de Goiás

No dia 17 de agosto é comemorado o dia do Patrimônio Histórico, ótimo dia para refletir sobre a preservação da nossa história enquanto humanidade. E olha que bacana: para garantir a preservação dos bens históricos, o Senado aprovou nesta semana o projeto de lei que aumenta a pena para quem pichar ou degradar monumentos tombados para de 1 a 3 anos de prisão, além de multa.

A importância de monumentos históricos é imensa, para podermos conhecer e entender nossas origens. O Curta Mais e a Novo Mundo valorizam o patrimônio histórico de todo o Brasil, e principalmente o do Goiás. E para comemorar essa data do nosso jeito, fizemos uma lista com 10 contruções que fazer parte do patrimônio histórico do estado de Goiás. Vamos lá?

 

Palácio da Instrução – Cidade de Goiás 

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O prédio foi tombado pelo patrimônio histórico em 1929, mesmo ano em que a cidade de Goiás era tida como a capital do Estado, e as ações realizadas no projeto de reforma buscaram atender totalmente as recomendações do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN). O Palácio da Instrução abrigou estruturas da educação estadual, inclusive sendo a primeira delas. 

 

Centro Cultural Martim Cererê – Goiânia 

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Ponto de encontro da cena alternativa de Goiânia, o espaço recebe shows, festivais, feiras e diversos eventos em sua programação. 

Inaugurado em 1988, a unidade está localizado no Setor Sul, e abriga os teatro Pyguá e Yguá, e o Bar Karuhá.

Em 2020, o Centro Cultural passou por uma ampla revitalização que incluiu a parte interna e externa, com serviços na parte elétrica, hidráulica e mobiliário. 

Os canteiros dos jardins, assim como todas as dependências do Centro Cultural recebem cuidados diários de limpeza e manutenção, para garantir que a unidade tenha as melhores condições e suporte para receber os novos projetos e encontros quando o funcionamento voltar ao normal.

 

Prédio do Grande Hotel – Goiânia

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O Grande Hotel foi inaugurado em 23 de janeiro de 1937 na cidade de Goiânia, onde hoje é o setor Central, sua construção foi iniciada em 1935 e foi inaugurado em 1938.

Foi o primeiro hotel de Goiânia e uma das mais importantes construções da cidade na época, tombado como patrimônio histórico de Goiânia pelo IPHAN em 18 de novembro de 2003

 

Teatro Goiânia – Goiânia

teatro

Localizado na Avenida Anhanguera no cruzamento com a Tocantins, o Teatro Goiânia chama atenção por sua beleza revestida em Art Déco. Através do projeto feito pelo arquiteto Jorge Félix, a construção faz parte da história de Goiânia e completa 90 anos em 2022. Em 5 julho de 1942 o então Cine-Teatro Goiânia – como assim era chamado – abria suas portas em grande estilo.

 

Casa de Altamiro de Moura Pacheco – Goiânia 

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Sobrado onde morou um dos notáveis pioneiros de Goiânia, passou por obras de restauração. Localizada na Avenida Araguaia, esquina com Rua 15, no Centro da capital goiana, a casa passa despercebida aos olhos dos mais desatentos. Mas possui um acervo cultural que ajuda a contar a história de Goiânia, Goiás e também de Brasília.

Construída nos anos 30 e tombada como bem histórico de Goiânia pela prefeitura em 1999, a Casa da Cultura foi doada para a Academia Goiana de Letras (AGL) em 1993, três anos antes da morte de Altamiro de Moura Pacheco. Além do sobrado, foi doado todo o seu acervo pessoal contendo fotos, medalhas, livros da histórica biblioteca, bens móveis e obras de arte que preservam a história de Goiás.

 

Igreja Matriz de Nossa Senhora do Rosário – Pirenópolis

igreja

Para o povo goiano a Igreja de Nossa Senhora do Rosário é o maior centro da fé católica. É a mais tradicional igreja católica estado de Goiás, construída a partir de 1728 pela Venerável Irmandade do Santíssimo Sacramento e dedicada a Nossa Senhora do Rosário, padroeira dos pirenopolinos. 

A imagem de Nossa Senhora do Rosário veio para Pirenópolis em 1727, sendo a padroeira da cidade.

 

Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França – Corumbá de Goiás

igreja

O conjunto arquitetônico constituído pela Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França e dos bens edificados que a envolvem foi tombado pelo Iphan, em 2000. A formação do povoado de Corumbá de Goiás remonta à mineração do ouro no Estado de Goiás, durante o século XVIII, após a Guerra dos Emboabas na região das Minas Gerais e a expulsão dos paulistas da área. 

Por volta de 1725, iniciaram-se as expedições rumo ao interior em busca de novas áreas de mineração.

 

Cine Teatro Esmeralda – Corumbá de Goiás

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O Cine Teatro Esmeralda integra o Núcleo Tombado de Corumbá de Goiás pelo Iphan e continua em plena atividade com capacidade para 140 pessoas é considerado um dos grandes atrativos da cidade. Em novembro de 2011, o prédio foi todo restaurado pelo Patrimônio Histórico Nacional com projeto arquitetônico de Paulo Farsette.

 

Casa de Cora Coralina – Cidade de Goiás

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O Museu Casa de Cora Coralina foi inaugurado em 1989 e preserva na história as frases, os pensamentos, os poemas e poesias dessa importante figura da literatura brasileira. Tem por objetivo projetar, executar, colaborar e incentivar atividades culturais, artísticas, educacionais e filantrópicas visando, sobretudo, à valorização da identidade sociocultural do povo goiano, além de preservar a memória e divulgar a sua obra.

 

Casa da Princesa – Pilar de Goiás

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Também conhecida como Casa Setecentista ou Casa de Rótulas, é um edifício de arquitetura civil, uma morada senhorial, situada no centro histórico da cidade de Pilar de Goiás. Construção da metade do século XVIII, no apogeu da mineração do ouro em Pilar, presumivelmente entre 1741 e 1760. Tem paredes em taipa de pilão e adobes, telhado de telha de barro canal e fundação em pedras argamassadas com barro. 

 

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Porque Goiânia é considerada a capital do Art Decó

Jantinha como patrimônio dos goianos? Entenda a história

O deputado estadual Amilton Filho (MDB) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa que, se aprovado em plenário e sancionado pelo governador Ronaldo Caiado (UB), transformará a jantinha em patrimônio cultural e imaterial dos goianos. Mesmo não se sabendo ao certo a origem do prato, foi no estado de Goiás que ela ficou popularmente conhecida, sendo facilmente encontrada pelas ruas agitadas de Goiânia.

 

Para Amilton Filho, o seu projeto tem a presente preocupação de recuperar a economia de Goiás, como afirmou para o Entre Linhas Goiás. “Acreditamos em medidas capazes de elevar nossa economia através de incentivos, benefícios e proposições que auxiliem na retomada de nossa economia, principalmente no que diz respeito a pequenos comércios”, disse Amilton. É nobre a atitude de promover o comércio local, pois assim como funciona a logística de mercados populares e feiras de rua, a comercialização da jantinha pode ajudar muitas famílias a saírem do vermelho e garantir sustento.

 

O deputado afirma também que o projeto busca dar maior visibilidade em outras medidas, como inclusão no “bar em bar”. “Esperamos dar maior visibilidade e gerar impacto positivo juntamente com outras medidas que serão propostas, como a inclusão no calendário cívico cultural do Estado de Goiás o Festival “bar em bar”, que acontece desde 2007 em todo País, com objetivo de promover e valorizar a gastronomia dos bares e botecos brasileiros”, afirma Amilton ainda para o Entre Linhas Goiás.

 

FOTO: Reprodução / TripAdvisor

Porque Goiânia é considerada a capital do Art Déco

Você sabia que Goiânia possui um dos acervos mais significativos de Art Déco do País? Pois é, não é à toa que a cidade é considerada capital desse estilo arquitetônico que faz parte da história da capital.

 

Originado em 1920 na Europa, o estilo artístico Art Déco se espalhou pelo mundo e influenciou as artes, moda, cinema, arquitetura, design de interiores, entre outras áreas. No Brasil, entre 1930 e 1940, essa arquitetura marcada pelo uso de formas geométricas, linhas verticais e ornamentos, se tornou o estilo oficial da maioria dos edifícios públicos construídos.

 

Fundada em 1933, Goiânia foi projetada especialmente para ser a capital política e administrativa do estado de Goiás, substituindo a Cidade de Goiás. Attílio Corrêa Lima, responsável pelo planejamento da nova capital, havia estudado urbanismo em Paris, e trouxe consigo a influência do Art Déco. 

 

Assim, o projeto inicial da cidade incluiu um elaborado complexo viário e um grandioso conjunto de edifícios em Art Déco, que começou no centro da cidade

 

O estilo se mostrou tão importante para a história de Goiânia que um total de 22 construções em Art Déco foram tombadas como patrimônio histórico a nível nacional pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), fora outros prédios da cidade que também possuem características desse estilo arquitetônico.

 

Hoje, esses prédios, reunidos em grande parte no Centro da cidade, possibilitam uma viagem histórica que merece ser realizada. Confira abaixo construções Art Déco para visitar em Goiânia.

 

A Praça Cívica é um dos locais que mais concentram essas construções:

Casa de Pedro Ludovico Teixeira, Coreto, Delegacia Fiscal, Fontes Luminosas, Fórum, Museu Zoroastro Artiaga, Obeliscos

Palácio do Governo, Procuradoria-Geral do Estado, Secretaria-Geral, Relógio da Av. Goiás e Tribunal Eleitoral

 

 

Coreto da Praça Cívica

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Endereço: Praça Cívia, S/N, Centro

Projetado por Jorge Félix de Souza, o coreto em estilo Art Déco é

tombado pelo Iphan. Construído em alvenaria revestida com pó de pedra e olivisto,

possui 520 x 1230 x 720 cm. Está localizado na Praça Cívica, no início da Avenida

Goiás. Foi sede de manifestações artísticas, culturais e políticas. A inauguração

aconteceu oficialmente em 05 de julho de 1942, em ocasião do Batismo Cultural

de Goiânia. É uma das construções mais ricas em detalhes em estilo Art Déco.

 

Palácio das Esmeraldas

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Endereço: Praça Cívica, nº 01, Centro

 

 É a sede do Governo Estadual e residência do Governador desde a transferência da capital.

Sua construção iniciou-se em 1933 e o nome é uma homenagem às Entradas e

Bandeiras. Possui três pavimentos e seu revestimento externo em pó de pedra

verde, imitando a cor da pedra que lhe emprestou o nome. Seus vitrais retratam

as principais atividades econômicas do Estado na época. Foi tombado pelo

 

IPHAN

 

Edifício da Antiga Chefatura de Polícia, atual Procuradoria Geral do Estado

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Endereço: Praça Cívica, Centro
Antigo Fórum e Tribunal de Justiça Também tombado pelo IPHAN, a galeria composta por colunas do edifício faz interação com o Palácio das Esmeraldas e com o Centro Cultural Marieta Telles, trazendo harmonia ao conjunto. Início da construção em 1936 e a autoria do projeto é de Attílio Corrêa Lima, com alterações realizadas pela Superintendência Geral de Obras, juntamente com a firma Coimbra Bueno Ltda., sob assessoria o engenheiro urbanista Armando Augusto de Godoy

 

 

Edifício da Antiga Secretaria Geral, atual Centro Cultural Marieta Telles Machado

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Endereço: Praça Cívica, Centro
: Construído na década de 30 em estilo Art Déco, com a finalidade de abrigar a Chefatura de Polícia. O edifício serviu, também, à Superintedência de Planjeamento do Estado (SUPLAN), à Empresa de Obras Públicas (EMOP) e à Procuradoria Geral do Estado. Hoje, após sediar a antiga Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira, o edifício está sob responsabilidade do Estado de Goiás, por meio da Secretaria de Estado de Educação, Cultura e Esporte (SEDUCE).

 

Edifício do Tribunal Regional Eleitoral

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Endereço: Praça Cívica, nº 300, Centro

 

Antigo Departamento Estadual de Informação, atual Museu Zoroastro Goiânia

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Endereço: Praça Cívica, nº 13, Centro

 

Obeliscos – Luminárias

 

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Foto: Juscimar de Sousa – Agetul

 

Obeliscos (Luminárias): Originalmente eram três, mas conforme previsto por Attílio Corrêa Lima, o maior e central foi substituído pelo Monumento às Três Raças. Os dois remanescentes estão localizados a leste e a oeste do atual Monumento e também foram tombados pelo IPHAN.

 

Torre do Relógio

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Endereço: Avenida Goiás, próximo à Praça Cívica

Um ícone no estilo Art Déco, marca o início da Avenida Goiás e dos quatro lados é possível ver as horas. Projetado por Américo Vespúcio Pontes e inaugurado em 1942, a máquina do relógio foi fabricada pela empresa paulista Michelini e Filho. É composto por base, corpo e coroamento. A torre é revestida de pó de pedra. No alto exibe desenhos geométricos e seu coroamento apresenta frisos e ornamentos geométricos característicos da arquitetura Art Déco. Tombado pelo Iphan

 

Edifício do Colégio Estadual Lyceu de Goiânia

lyceu

 

Endereço: Rua 21, nº 10, Centro

transferido da Cidade de Goiás para Goiânia, também possui incorporado em seu projeto o estilo de art déco. A proposta era que o edifício integrasse salas de aula, pátio, quadra de esporte e demais espaços à nova proposta arquitetônica da cidade. No ano de 2003, chegou a ser tomado como Patrimônio Histórico pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).

 

Grande Hotel

grande

 

Endereço: Avenida Goiás esquina com a Rua 3, Centro

 Primeiro edifício a ser inaugurado na Nova Capital de Goiás, em

janeiro de 1937. Possuía 60 quartos e, após cinquenta anos de funcionamento, 

deixou de ser hotel. Hospedou grandes celebridades nacionais, bem como os

respectivos engenheiros responsáveis pela construção de Goiânia. Lá também se

realizavam grandes bailes carnavalescos, festas da sociedade local, onde aos

sábados ou domingos se reuniam para uma noitada de lazer. Desde 2004 é o

Centro de Memória e Referência de Goiânia

 

Museu Pedro Ludovico Teixeira

Construção

 

Endereço: Rua 25, nº 66, Centro

 Sua construção em art déco foi realizada entre os anos de 1934 e 1937, também integrando o projeto de Atílio Corrêa Lima. É uma peça importantíssima para a história arquitetônica da cidade, representando um marco da modernidade ao mesmo tempo em que rompia com o passado colonial que ainda era presente na antiga capital.

 

Teatro Goiânia

teatro

 

Endereço: Avenida Tocantins com Avenida Anhanguera, nº 252, Centro

Projetado por Jorge Félix de Souza, foi inaugurado durante o Batismo Cultural da cidade, em julho de 1942 com o nome de Cine Teatro Goiânia. Na ocasião, o fundador da Capital, Pedro Ludovico Teixeira, entregou simbolicamente a chave da nova Capital ao primeiro prefeito Venerando de Freitas Borges. Foi cinema durante alguns anos, mas a fama é pela acústica perfeita do palco. Alguns pesquisadores destacam a semelhança com um transatlântico. Atualmente, além de ser um dos mais importantes espaços que temos para manifestações culturais, também é de uma beleza tremenda, com uma estrutura que chama atenção mesmo de longe.

 

Edifício do Instituto Federal de Goiás

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Endereço: Rua 66, Centro

– IFG – Antiga Escola Técnica: edifício foi inaugurado ainda no ano de 1942 e

inicialmente, oferecia à população cursos bastante diferentes do que podemos

acompanhar hoje. Sapataria, alfaiataria, serralheria e marcenaria são exemplos

que formam o contraste da atual realidade do instituto, referência em tecnologia.

Por outro lado, sua estrutura ainda remete ao que há de mais clássico na art déco

em Goiânia.

– Pórtico do IFG: foi construído em 1942 e trata-se de um símbolo que marcou a

entrada do público à Exposição Cultural e Produtos Econômicos do Estado de

Goiás, durante as festividades do Batismo Cultural de Goiânia, que ocorreu em 5

de julho de 1942 e lançou nacionalmente a nova capital do estado de Goiás nos

anos de 1940.

O pórtico integra as edificações do Câmpus Goiânia do IFG que foram tombadas

pelo Governo do Estado de Goiás, a cargo da Fundação Cultural Pedro Ludovico

Teixeira, como um dos 24 bens culturais materiais de Goiânia, conforme Decreto

nº 4.943, de 31 de agosto de 1998. Além disso, o monumento também é tombado

pelo Iphan – Portaria nº 507, em 2003, como patrimônio arquitetônico e

urbanístico Art Déco de Goiânia, assim como o Teatro do IFG e as áreas

integrantes dos blocos de salas 100 e 200 no câmpus.

 

Edifício da antiga Estação Ferroviária

Antiga

 

Endereço: Praça do Trabalhador, Centro

Inaugurado em 1952, é uma manifestação tardia da

arquitetura Art Déco. No hall interno, possui dois afrescos do Padre Nazareno

Confaloni, introdutor do modernismo em Goiás. Com a extinção da estrada de ferro

em Goiás, a Locomotiva n°11, símbolo da estação, mais conhecida como Maria

Fumaça, foi colocada em exposição na parte externa da antiga Estação. A Estação

também é tombada pelo IPHAN

 

Mureta e Trampolim do Lago das Rosas

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Foto: Marcos Aleotti

 

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Foto: Jucimar de Sousa 

 

Endereço: Entre a Alameda das Rosas e a Avenida Anhanguera

O parque que conhecemos hoje já foi o abrigo de um enorme canteiro de flores na cidade, o que acabou servindo como fonte de inspiração para seu nome. Uma curiosidade sobre o local é que a mureta e o trampolim ali presentes são ainda mais antigos que o próprio parque, que foi inaugurado apenas no início da década de 40.

 

 

Edifício do Goiânia Palace Hotel

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Endereço: Avenida Anhanguera, nº 5195, Centro

 

Edifício do antigo Palace Hotel, atual Biblioteca Cora Coralina

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Endereço: Avenida 24 de Outubro, nº 120, Centro

 

Sede da Prefeitura de Campinas

 

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A Sede do Fórum e da Prefeitura Municipal de Campinas, em Goiânia-GO, foi tombada por sua importância cultural.

 

 

Hotel Dom Bosco

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Endereço: Avenida Araguaia, nº 655, Centro

 

 

Com informações da Agetul 

 

Essa matéria tem o oferecimento da Novo Mundo. 

 

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Exposição Agropecuária de Goiânia é tombada como Patrimônio Histórico e Cultural Goiano

Na manhã desta quarta-feira, 16 de março, a tradicional Exposição Agropecuária de Goiânia foi reconhecida pelo poder legislativo do Estado de Goiás como Patrimônio Histórico e Cultural Goiano.

Projeto do deputado estadual Francisco Vale Júnior (PSD) foi sancionado pela tradição, peculiaridade e alcance da festa, que atrai para a capital pessoas de todo o estado e até mesmo de outras regiões do Brasil.

A Pecuária de Goiânia, como é popularmente conhecida, completa 71 anos em 2016, sendo uma das mais tradicionais festas da cidade. Para Hugo Goldfeld, presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), a responsável pela festa, o título traz “respaldo a esta senhora festa que já passou dos seus 70 anos. Significa que ela não deixará de existir e fincou raízes em Nova Vila”.

Shows e rodeios atraíram número recorde de público na 70º Edição da Exposição Agropecuária de Goiânia

Fotos: SGPA